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	<title>Hemoglobinas anormais</title>
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		<title>Hemoglobinas anormais</title>
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		<title>Hemoglobinas anormais</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Apr 2008 15:15:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacletocneto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Histórico da Hemoglobinopatia  S :                                                                                                                                                           Antes do conhecimento no Hemisfério Ocidental, os Distúrbios  Falciformes ,  eram  conhecidos na África por nomes ONOMATOPÉICOS  denotando   a natureza  recorrente,   suplicável    e dolorosa das crises. Alguns indivíduos afetados eram identificados por tatuagens nos membros e cintura. Existe casos remontados em familiares de Gana , em 1670.   Somente a Comunidade  Científica tomou  conhecimento sobre os   [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hemoglobinas.wordpress.com&amp;blog=3180191&amp;post=3&amp;subd=hemoglobinas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <strong><span style="font-family:Times New Roman;">Histórico da Hemoglobinopatia  S :                                                </span></strong></p>
<p align="left"><strong><span style="font-family:Times New Roman;">                                                                                             <a href="http://hemoglobinas.files.wordpress.com/2008/04/hb3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-37" src="http://hemoglobinas.files.wordpress.com/2008/04/hb3.jpg?w=666&#038;h=275" alt="" width="666" height="275" /></a>            </span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:Times New Roman;">Antes do conhecimento no Hemisfério Ocidental, os Distúrbios  Falciformes ,  eram  conhecidos</span></strong><strong><span style="font-family:Times New Roman;"> na África por nomes ONOMATOPÉICOS  denotando   a natureza  recorrente,   suplicável    e dolorosa das crises. Alguns indivíduos afetados eram identificados por tatuagens nos membros e cintura. Existe casos remontados em familiares de Gana , em 1670.  </span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong>Somente a Comunidade  Científica tomou  conhecimento sobre os   Distúrbios  da   Síntese  de Hemoglobina em 1910 . Foi  HERRICK, um Cardiologista de Chicago,  registrou um  caso de Anemia Falciforme em um estudante de 20 anos da Índia Ocidental .                                                          </strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:Times New Roman;">O seu relato, serviu não apenas para o  conhecimento da medicina, porém este fato das Anormalidades da Síntese das Hemoglobinas, iniciou  as pesquisas e os   avanços  científicos ,  envolvendo   Química,  Biologia Celular, Fisiologia e Genética das Proteinas das diversas patologias, envolvendo a Anemia de quadro genético de trocas  de aminoácido(Qualitativas). </span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:Times New Roman;">Histórico da Talassemia :</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:Times New Roman;">Um relato científico da Talassemia beta homozigota diagnósticado pelo Pediatra Dr. Thomas B. Cooley e sua colega Pearl Lee , em 1925, com quatro crianças com achados hematológicos e clínicos apresentando anemia grave com aumento do baço e deformidades dos ossos da face e do crânio . Destacaram um fato, as crianças eram originárias da região do mar Mediterrâneo , com descendência italiana e grega. A partir desse achado, essa síndrome foi denominada  de Anemia de Cooley . Após alguns anos,devido a alta prevalência de relatos similares principalmente na Itália e na Grécia ,Líbano Tunísia, Argélia etc . , esses casos de anemias  graves passaram a ser conhecida de Anemia do Mediterrâneo . Esta anemia com  Redução Parcial ou Total das Globinas Beta, bem como das globinas delta e gama situadas no mesmo cromossomo 11.(Quantitativas), </span></strong><span style="color:#000000;font-size:20pt;"> </span></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="font-family:Times New Roman;">RESUMO DA HEMATOPOESE :</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;">Após cerca de 120 dias as hemácias normais, devido ao seu esgotamento metabólico e degenerativo, são removidas e destruídas intracelularmente em células do sistema mononuclear-fagocitário, especialmente no baço, fígado e medula óssea. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;">Um mecanismo largamente aceito para explicar a eliminação das hemácias envelhecidas, é a formação de agregados de proteínas de banda 3 (proteínas transmembranais) estabilizados por moléculas de hemoglobinas oxidadas (hemicromos). </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;">Em condições normais, um adulto chega a produzir em média 200 bilhões de hemácias ao dia, substituindo número equivalente de células destruídas diariamente. Para manter estável a massa total de hemácias do organismo, a produção e destruição por dia equivalem a cerca de 0,83% da massa total de hemácias, produção esta ocorrida exclusivamente na medula óssea (MO).<strong><sup>1,  2,  ,  <a title="_ednref6" name="_ednref6" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_edn6"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span class="MsoEndnoteReference"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[6]</span></strong></span></span></sup></strong> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;">As  hemoglobinas anormais compreendem um grupo de  hemolíticas e algumas em que a sobrevida das hemácias em circulação está acentuadamente reduzida, e a medula óssea não é capaz de compensação, mesmo aumentando sua produção.<strong></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;">Esta pesquisa vai nos permitir verificar a freqüência das hemoglobinopatias(Doença falciforme e talassemias) na população estudada bem como estudar o relacionamento de aspectos clínicos e laboratoriais em cada grupo de doenças.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p align="center"><strong><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></strong><strong><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></strong><strong><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></strong><strong><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></strong><strong><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></strong><strong><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></strong><strong><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></strong><strong><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></strong><strong><span style="font-family:Times New Roman;">TÍTULO</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="center"><span style="font-family:Times New Roman;">       <strong>&#8220;Perfil laboratorial de pacientes de Hemoglobinas Anormais</strong>  Acompanhadas no Serviço de Hematologia do IPPMG-UFRJ &#8220;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;">As hemoglobinas anormais apresentam grande incidência em todos os continentes, notadamente a África, a América do Norte, e a América Latina. Embora também seja encontrada em países mediterrâneos, na Arábia Saudita e na Índia. No Brasil há uma alta incidência da hemoglobina S (Hb S) no estado heterozigoto (traço falciforme, AS), em homozigose (anemia falciforme, SS), hemoglobinopatia SC, e interações da HbS e Talassemias. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;">Nas anemias hemolíticas a medula óssea mostra-se excepcionalmente hiperplasica e os eritroblastos, que normalmente constituem menos que 20% das células da MO, chegam a 60% ou mais. Isto é, a relação <strong>Leucócitos/Eritrócitos</strong> <strong>muda de 4 a 5: 1</strong> para <strong>1: 1</strong>, podendo mesmo inverter-se.<sup><strong>10, 11</strong></sup></span></p>
<p style="text-align:center;"><strong><sup><span style="font-family:Times New Roman;">TRIAGEM NEONATAL :</span></sup></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong>Ao incluir as hemoglobinopatias no Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN),a portaria 822/01 do Ministério da Saúde deu um passo importante no reconhecimento da sua relevância em saúde publica no</strong> <strong>Brasil</strong>. Apesar da existência de centenas de hemoglobinopatias hereditárias, apenas algumas delas exigem a implantação de programas de saúde publica no Brasil: a hemoglobina S, a hemoglobina C e as talassemias beta e alfa . <strong><sup>11</sup></strong><sup>  </sup></span><span style="font-family:Times New Roman;">As hemoglobinopatias, ao contrário da maioria dos outros erros inatos do metabolismo, são polimorfismos genéticos humanos, ou seja, são alterações genéticas com alta freqüência populacional. Conseqüentemente, todo programa que se proponha a triar estas anomalias em escala nacional, deve contar com a infra-estrutura necessária não apenas para confirmar o diagnóstico laboratorial dos recém-nascidos, mas também para fornecer o tratamento completo para um grande número de pacientes e o aconselhamento genético especializado para as famílias. Infelizmente, essa infra-estrutura ainda não existe de forma homogênea em todo território nacional e dificilmente será alcançada em curto prazo. Nesse sentido, a informação e o treinamento dos profissionais que já atuam nos postos de saúde e hospitais públicos, parece ser a estratégia mais adequada no momento. <strong><sup>12</sup></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong>Segundo dados de um informe epidemiológico do SUS sobre a anemia falciforme, 25% dos doentes não atingem os quatro anos de idade e quase 80% deles não completam 30 anos. O diagnóstico destes casos e o acompanhamento clínico dos pacientes reduzem os óbitos deste grupo em até 80%</strong>. <strong><sup>10</sup></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;">A anemia falciforme é conhecida há séculos por povos de diferentes regiões da África, onde os doentes eram identificados por tatuagens para facilitar o diagnóstico, e proibir o casamento com membros sadios do grupo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;">Estudos científicos das células falciformes datam de um século e meio atrás. <strong><sup>2</sup></strong>Estudos de Cruz Jobim, no Rio de Janeiro, em 1835, de Accioli, na Bahia, em 1908, de Lebby, em 1846; e de Hondenpyl, em 1896, nos Estados Unidos podem ser considerados como os pioneiros da anemia falciforme. Entretanto foi Herrick, em 1910, quem observou a forma anormal dos eritrócitos do sangue periférico de um estudante negro, procedente da Jamaica, apresentando um gravíssimo quadro anêmico, acompanhado  de icterícia, complicações pulmonares e úlceras de membros inferiores .<strong><sup>12</sup></strong></span></p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;">Por causa da deformação ocorrida nas hemácias, o termo doença falciforme “sickle cell disease” foi criado e empregado pela primeira vez, em 1922, por Mason. Este relacionou varias características comuns entre os portadores dessa doença: todos eram negróides, apresentava icterícia, fraqueza, úlceras de membros inferiores, anemia intensa, reticulocitose e eritrócitos falcizados no sangue periférico. <strong><sup>2 </sup></strong> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong>Em 1927, Hahn e Gillespie demonstraram a dependência do fenômeno da falcização com a tensão de oxigênio, atribuindo o defeito à hemoglobina, e não somente ao glóbulo vermelho</strong>. Em 1930,  estes resultados foram confirmados “in vivo”, com a identificação de células falcizadas em condições de tensão de oxigênio abaixo de 40 a 45 mmHg. Em 1935, Diggs e Bill notaram que algumas dessas hemácias se mantinham na forma falcizada, mesmo após a reoxigenação. Em 1936, Ham e Castle propuseram uma explanação da fisiopatologia do processo de falcização, com uma teoria em que ocorria um “ciclo vicioso de estase eritrocitária”, causando um aumento de viscosidade levando a demora do fluxo sanguíneo através dos capilares, diminuindo a tensão de oxigênio, provocando mais falcização.<strong><sup>2, <a title="_ednref13" name="_ednref13" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_edn13"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span class="MsoEndnoteReference"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[13]</span></strong></span></span></sup></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;">Em 1946, Sherman demonstrou que as células falciformes, ao serem desoxigenadas, exibiam birrefringência óptica, que constitui a primeira evidência de que a hemoglobina S, na ausência de oxigênio, apresentava uma estrutura ordenada no interior dos eritrócitos, e sugeriu a Linus Pauling que a Hb S era molecularmente diferente da hemoglobina normal.<strong> Em 1949, Pauling e seus colaboradores mostraram essa diferença por meio de mobilidade eletroforética e atribuíram esse fenômeno à mudança de carga da globina. Em 1956, Ingram, utilizando a técnica de “fingerprint” (eletroforese bidimensional associada com cromatografia), demonstrou que a anormalidade química da HbS era devida a substituição do ácido glutâmico pela valina na posição número 6 da cadeia beta (ß 6 Glu—Val), produzindo a perda de duas cargas negativas</strong> <strong>por molécula de hemoglobina . </strong><strong><sup>2</sup></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;">A partir de 1978, com as observações iniciais de Kan e Dozy, foram introduzidas técnicas de biologia molecular no estudo da HbS. Por meio de enzimas restrição, foi possível determinar que a HbS teve múltiplas origens geográficas. Os estudos foram realizados com populações da raça negra da África, Jamaica e em Afro-Americanos através da análise do agrupamento dos genes da globina beta, no cromossomo 11. Estes trabalhos demonstraram que há, pelo menos, cinco tipos de haplótipos para o gene beta S: Benin, CAR, Senegal, Camarões, Árabe-Indiano. Todos apresentam a mesma mutação de troca de ácido glutâmico por valina, na posição 6 da globina beta, porém, com diferentes extensões de lesões moleculares ocorridas ao longo do grupamento dos genes  beta, delta, gama, pseudo gene beta e épsilon . <strong><sup>2</sup></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong>A hemoglobina C (HbC) foi descoberta em 1950 por Itano e Neel</strong>. Estudos realizados em 1958 por Hunt e Ingrans, revelaram que essa variante origina-se de substituição do aminoácido número 6 da globina beta, o ácido glutâmico  pela Lisina (ß 6 Glu—Lis). O ácido glutâmico com carga negativa (-), substituído pela Lisina com carga positiva (+), faz alterar completamente a mobilidade eletroforética da hemoglobina mutante sendo facilmente diferenciada de outras hemoglobinas . </span><a title="_Ref168902451" name="_Ref168902451"></a><a title="_ednref14" name="_ednref14" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_edn14"></a><span class="MsoEndnoteReference"><strong><span class="MsoEndnoteReference"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[14]</span></strong></span></strong></span><sup><span style="font-family:Times New Roman;">, </span><a title="_ednref15" name="_ednref15" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_edn15"></a><span class="MsoEndnoteReference"><strong><span class="MsoEndnoteReference"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[15]</span></strong></span></strong></span></sup></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;">A origem de HbC, tal como da HbS, é africana por isso sua propagação foi ampla na região do Mediterrâneo e Américas por meio de escravos negros em diferentes períodos da história da humanidade. Esse processo de distribuição dos gene da globina β<sup>C </sup>possibilitou sua interação com outras hemoglobinas variantes como a HbS (HbSC), e as combinações com talassemias (HbC/Tal β<sup>+</sup>, HbC/Tal β<sup>0</sup>), e combinação com Persistência Hereditária de Hemoglobina Fetal (PHHF) (HbC/PHHF). Casos esporádicos de associações com HbD, Hb Lepore, HbG Filadélfia também podem ser encontrados na literatura. <strong><sup>2, 14</sup></strong> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;">As talassemias alfa, são diferenciadas e classificadas de acordo com o número de genes alfa deletados. Em uma pessoa normal os quatro genes alfa são funcionantes (α,α/ α,α), sendo dois do cromossomo paterno e dois do materno. A deleção do gene significa o não funcionamento total desta estrutura gênica. Assim, as talassemias alfa se devem à deleção de um gene alfa(-,α/ α,α ), dois genes alfa(-,-/,α,α) ou  (-,α/-,α), de três genes (-,-/-,α) (Doença da Hemoglobina H)e de quatro genes (-,-/-,-), Hidropsia Fetal, com hemoglobina de Bart&#8217;s &#8211; levando a morte Fetal. <strong><sup>2, 14</sup></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;">Na década de 80, os estudos moleculares realizados com os genes de globina alfa revelaram que vários defeitos genéticos podem causar talassemia, e que dependendo da extensão da lesão do gene, a síntese da globina alfa apresenta diferentes intensidades de síntese. Como resultado desse desequilíbrio entre a síntese de globina alfa e beta, a globina beta continua sendo sintetizada normalmente, e por isso, o “excesso” de globina beta livre se junta para formar tetrâmeros de globina β<sub>4 , </sub>resultando na Hb H. Quanto maior a queda de síntese de globina alfa, maior será também a concentração de Hb H. Nos recém-nascidos, a diminuição da síntese da globina alfa, afeta sua relação com a globina gama(</span><span style="font-family:Symbol;">g</span><span style="font-family:Times New Roman;">) normalmente sintetizada, formando tetrâmeros de </span><span style="font-family:Symbol;">g</span><span style="font-family:Times New Roman;"><sup>4</sup>resultando na Hb Bart’s. A alfa talassemia, tem enorme prevalência no sul da Ásia, é freqüente nos negros e muito rara nos caucasóides. </span><a title="_ednref17" name="_ednref17" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_edn17"></a><span class="MsoEndnoteReference"><strong><span class="MsoEndnoteReference"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[17]</span></strong></span></strong></span><span style="font-family:Times New Roman;"><sup>,</sup> </span><a title="_ednref18" name="_ednref18" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_edn18"></a><span class="MsoEndnoteReference"><strong><span class="MsoEndnoteReference"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[18]</span></strong></span></strong></span><span style="font-family:Times New Roman;"><sup>,</sup><strong> <a title="_ednref19" name="_ednref19" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_edn19"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span class="MsoEndnoteReference"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[19]</span></strong></span></span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;">Os casos de talassemia heterozigota são de difícil diagnóstico, pois as técnicas laboratoriais não são sensíveis o suficiente. Aceita-se o diagnóstico presuntivo que consiste em leve anemia microcítica com ferritina normal ou refratariedade ao tratamento com ferro. A doença da hemoglobina H é rara no Brasil.  <strong><sup>2</sup></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;">As Talassemias Beta são mais heterogêneas que as do tipo alfa. As alterações quantitativas da síntese da globina beta são classificadas como Talassemia β<sup>0 </sup>(beta zero) quando não há síntese de globinas, e β<sup>+ </sup>(beta mais) quando existe alguma síntese de globina beta, mesmo que discreta. O mesmo processo de supressões parciais ou totais também pode ocorrer nos outros genes situados no cromossomo 11: beta, delta e gama . <strong><sup>2, 12, 14</sup></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;">A beta-talassemia minor, que caracteriza o estado heterozigoto da talassemia beta, apresenta elevada prevalência nos povos do mediterrâneo oriental <strong>(italianos, gregos, árabes e turcos)</strong>, baixa prevalência nos negros, e muito rara nos anglo-saxões. A maioria dos pacientes é assintomática e apresentam dosagem de hemoglobina A<sub>2</sub> acima de 3,5%, sendo que o aumento não é constante. <strong><sup>2, 12, 14</sup></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;">Os estados do sul do País apresentam uma grande incidência de indivíduos talassêmicos devido, principalmente, a enorme colonização italiana. Como a beta talassemia minor apresenta sintomatologia discreta, o estudo dos pais, irmãos e filhos do paciente é de grande utilidade. O diagnóstico é importante para evitar que o portador seja erroneamente diagnosticado como ferropênico e tratado repetida e improficuamente com ferro. Na homozigose, denominada talassemia major, a anemia é intensa pela virtual falta de síntese de cadeia beta existindo somente hemoglobina A<sub>2</sub> e HbF. <strong><sup>2</sup></strong><sup>,  <a title="_ednref24" name="_ednref24" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_edn24"></a><span class="MsoEndnoteReference"><strong><span class="MsoEndnoteReference"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[24]</span></strong></span></strong></span>,  <a title="_ednref25" name="_ednref25" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_edn25"></a><span class="MsoEndnoteReference"><strong><span class="MsoEndnoteReference"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[25]</span></strong></span></strong></span>,  <a title="_ednref26" name="_ednref26" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_edn26"></a><span class="MsoEndnoteReference"><strong><span class="MsoEndnoteReference"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[26]</span></strong></span></strong></span>,  <a title="_ednref27" name="_ednref27" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_edn27"></a><span class="MsoEndnoteReference"><strong><span class="MsoEndnoteReference"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[27]</span></strong></span></strong></span></sup></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;">No Brasil, a miscigenação racial facilita a propagação das hemoglobinas anormais. Em vários estudos realizados no país, foi identificado um grande número de crianças portadoras de doença falciforme incluindo: traço falcêmico (AS), anemia falciforme (SS), Hemoglobinopatia SC, interações S/ Beta<sup>0</sup> (β<sup>S</sup>/β<sup>0)</sup> e S/Beta<sup>+</sup> (β<sup>s</sup>/ β<sup>+</sup>).<strong><sup>7,  </sup></strong><strong><sup>8</sup></strong><strong><sup>, 9,  12,  </sup></strong></span><span style="font-family:Times New Roman;">     </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong>UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO   -  IPPMG</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong>INSTITUTO DE PUERICULTURA PROFESSOR MARTAGÃO GESTEIRA -UFRJ</strong></span></p>
<p align="center"><span style="font-family:Times New Roman;"> <strong> Trabalho de Mestrado  em :</strong></span></p>
<p align="center"><strong><span style="font-family:Times New Roman;">Perfil laboratorial de pacientes  com hemoglobinas anormais acompanhadas no Serviço de Hematologia do IPPMG/UFRJ.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;">Descrever a freqüência de hemoglobinopatias no IPPMG e sua distribuição em relação ao sexo e outras características populacionais.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;">Associar os dados laboratoriais às hemoglobinopatias encontradas, identificando as principais alterações em cada caso.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;">Descrever as alterações hematológicas presentes nas várias hemoglobinopatias.</span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;">Avaliar a expressão destes achados na infância, identificando as principais intercorrências clínicas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="font-family:Times New Roman;">            Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-family:Times New Roman;">TIPO DE ESTUDO</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="padding-left:30px;"><span style="font-family:Times New Roman;"> Descritivo nos diversos casos de hemoglobinas anormais e talassemias.</span></p>
<p style="padding-left:30px;"> <span style="font-family:Times New Roman;">A coleta de dados laboratoriais inclui os seguintes itens:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="padding-left:30px;"><span style="font-family:Times New Roman;">1- Hemograma Completo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="padding-left:30px;"><span style="font-family:Times New Roman;">2- Eletroforese das hemoglobinas em tampão alcalino e ácido.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="padding-left:30px;"><span style="font-family:Times New Roman;">3- Dosagens de HbA<sub>2</sub> e HbF.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="padding-left:30px;"><span style="font-family:Times New Roman;">4- Pesquisa HbH .</span></p>
<p class="MsoNormal" style="padding-left:30px;"><span style="font-family:Times New Roman;">5-Contagem de reticulócitos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="padding-left:30px;"><span style="font-family:Times New Roman;">6- Dosagens de bilirrubinas, ferro, transferrina e ferritina. </span></p>
<p style="padding-left:30px;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span><span style="font-family:Times New Roman;">A investigação familiar será realizada, sempre que possível, com o objetivo de esclarecer associações complexas de genótipos, pois, em muitos casos, o diagnóstico só é possível com o estudo familiar. <strong><sup>2, 5, 6, 7, 16</sup></strong></span><span style="font-family:Times New Roman;"> </span><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="padding-left:30px;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-family:Times New Roman;">COLETA DE DADOS</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;">            Levantamento dos dados clínicos e laboratoriais a partir do estudo dos prontuários arquivados no IPPMG.. </span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman;"> </span><strong><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-family:Times New Roman;">PROCESSAMENTO E ANÁLISE DE DADOS</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;">            O processamento dos dados será realizado em programa Epi-info 2000, versão 1.1.2.</span><span style="font-family:Times New Roman;"> </span><span style="font-family:Times New Roman;"> e <strong> SPSS</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;">           </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;">            </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;" align="center"><span style="font-family:Times New Roman;">                                  </span><span style="font-size:14pt;"><span style="color:#010101;"><span style="font-family:Times New Roman;">ESTRUTURA DA HEMOGLOBINA</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;" align="center"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;" align="center"><span style="font-size:14pt;"><a title="hemoglobina.jpg" href="http://hemoglobinas.files.wordpress.com/2008/04/hemoglobina.jpg"><img src="http://hemoglobinas.files.wordpress.com/2008/04/hemoglobina.jpg?w=700" alt="hemoglobina.jpg" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;" align="center"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;" align="center"> </p>
<h3><span style="font-size:12pt;"><span style="color:#010101;"><span style="font-family:Times New Roman;">FORMAÇÃO DA ESTRUTURA QUATERNÁRIA DA HEMOGLOBINA</span></span></span></h3>
<h3><span style="font-size:12pt;"><span style="color:#010101;"><span style="font-family:Times New Roman;">Proteína Transportadora de oxigênio</span></span></span></h3>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">A hemoglobina (Hb) contida nas hemácias é uma <span style="text-decoration:underline;">proteína de estrutura globular e quaternária composta por quatro cadeias polipeptídicas</span> ,ou cadeias de globina ,e um grupo <span style="text-decoration:underline;">prostético </span>( o grupo heme ), ligado a cada uma das cadeias de globina .</span></span></strong><span style="font-family:Times New Roman;"><strong><span style="color:#000000;">As cadeias de globina tem sido agrupadas conforme suas similaridades genéticas e estruturais devido as síntese multigênicas específicas para cadeias de globina do tipo <span style="text-decoration:underline;">alfa e beta . </span>A globina do tipo alfa ( </span></strong><strong><span style="font-size:14pt;color:#000000;">α ) </span><span style="color:#000000;">se deve a presença de <span style="text-decoration:underline;">dois genes específicos</span> para produzir globina alfa ( </span></strong><strong><span style="font-size:14pt;color:#000000;">α ) </span><span style="color:#000000;">e um outro gene também especifico para gerar globina zeta  </span></strong><strong><span style="font-size:14pt;color:#000000;">( </span><span style="color:#000000;">ζ ) , todos no <span style="text-decoration:underline;">cromossomo 16 </span>.  As cadeias de globina do tipo beta ( </span></strong><strong><span style="font-size:14pt;color:#000000;">β ) </span><span style="color:#000000;">são sintetizadas por genes unitários e exclusivo para globina beta ( </span></strong><strong><span style="font-size:14pt;color:#000000;">β ) </span><span style="color:#000000;">, delta</span></strong><strong><span style="font-size:14pt;color:#000000;">( δ )</span><span style="color:#000000;">  , gama</span></strong><strong><span style="font-size:14pt;color:#000000;">( γ )</span><span style="color:#000000;"> e épsilon</span></strong><strong><span style="font-size:14pt;color:#000000;"> ( ε</span><span style="color:#000000;">  </span></strong><strong><span style="font-size:14pt;color:#000000;">)</span><span style="color:#000000;">, todos localizados no <span style="text-decoration:underline;">cromossomo 11 .</span></span></strong></span><strong><span style="font-size:10pt;color:#010101;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">Hemácias fluindo por um vaso sanguíneo</span></span></strong><strong></strong><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong><strong></strong><strong></strong><strong><em><span style="font-size:14pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> Grupamento prostético heme, presente na molécula de hemoglobina</span></span></em></strong><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">O heme está localizado em uma fenda próxima da face externa da molécula de hemoglobina, delimitada por cadeias laterais de resíduos hidrofóbicos. É este ambiente apolar que torna possível a ligação reversível do oxigênio ao ferro sem que esse seja oxidado. Esse átomo está diretamente ligado a duas histidinas chamadas de histidina proximal e histidina distal.<br />
O monóxido de carbono é um veneno porque se combina com a ferro-hemoglobina, bloqueando o transporte de oxigênio. A afinidade da hemoglobina à CO é cerca de 200 vezes mais que para O2. </span></span></strong><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">                                  </span></span></strong><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong><strong><span style="font-size:14pt;color:#ff6600;"><span style="font-family:Times New Roman;">Paciente com Anemia falciforme</span></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="font-size:14pt;color:#ff6600;"><a title="pacient-falc.jpg" href="http://hemoglobinas.files.wordpress.com/2008/04/pacient-falc.jpg"><img src="http://hemoglobinas.files.wordpress.com/2008/04/pacient-falc.jpg?w=700" alt="pacient-falc.jpg" /></a></span></strong></p>
<p><strong></strong><span style="font-size:14pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">Presença de Numerosas Hemácias em Foice ( Drepanócitos ) , Hemácias Policromatófilas  e presença de Eritroblastos .</span></span><strong><span style="font-size:14pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong><strong><span style="font-size:14pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong><strong></strong><strong><span style="font-size:14pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong><strong><span style="font-size:14pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="font-size:14pt;color:#ff6600;"><span style="font-family:Times New Roman;">Paciente com Talassemia</span></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="font-size:14pt;color:#ff6600;"><a title="pac-talassem.jpg" href="http://hemoglobinas.files.wordpress.com/2008/04/pac-talassem.jpg"><img src="http://hemoglobinas.files.wordpress.com/2008/04/pac-talassem.jpg?w=700" alt="pac-talassem.jpg" /></a></span></strong></p>
<p><strong></strong><strong><span style="font-size:14pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">Hipocromia, microcitose e Poiquilocitose . com presença de esquisócitos.</span></span></strong><strong><span style="font-size:14pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">Raros Eritroblastos .</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></strong><strong><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></strong><strong><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></strong><strong><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></strong><strong><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></strong><strong><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></strong><strong><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></strong><strong><span style="font-family:Times New Roman;">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</span></strong><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<div><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-family:Times New Roman;"><br />
</span></span></p>
<hr size="1" />
</div>
<div><a title="_edn1" name="_edn1" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref1"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[1]</span></span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:12pt;"> <strong>Dunn</strong>, <strong>C.D.R.-</strong>Current Concepts in Erithropoiesis. Jonh Wiley Publ.,</span><span style="font-size:12pt;">Chichester</span><span style="font-size:12pt;">, </span><span style="font-size:12pt;">UK</span><span style="font-size:12pt;">, 1999. </span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></div>
<div><a title="_edn2" name="_edn2" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref2"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[2]</span></span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:12pt;"> <strong>Lee GR, Foerster  J, Lukensj, Paraskevos F, Greer JP, Rodgers GM, </strong>eds Wintrobe`s Clinical Hematogy. 10<sup>th</sup> ed. </span><span style="font-size:12pt;">Baltimore</span><span style="font-size:12pt;">: Willians &amp; Wilkins, 1999.</span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></div>
<div><a title="_edn3" name="_edn3" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref3"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[3]</span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;"><strong>Clark</strong><strong> MR</strong>. Senescence of red blood cells : Progress and problem. Physol Ver.1998;   503-54.</span><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></div>
<div><a title="_edn4" name="_edn4" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref4"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[4]</span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;"> <strong>Piomelli S</strong>, Seemen C. Mechanism of red blood cell aging. Am J Hematol 1983; 42:46.</span><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></div>
<div><a title="_edn5" name="_edn5" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref5"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[5]</span></span></span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> <strong>Adanson JW, Eschbach JW.</strong>Erythropoietin for endstage renal disease. N. Engl J Med. 1998; 339: 625-7.</span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></div>
<div><a title="_edn6" name="_edn6" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref6"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[6]</span></span></span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> <strong>Spivak JL.</strong>The clinical physilogy off eritropoietin. Semin Hemato 1993;30: 2-1</span></span></div>
<div><a title="_edn7" name="_edn7" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref7"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[7]</span></span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:12pt;"> <strong>Borges E, Wenning MRSC, Kimura EM, Gervasista FF, Sonati MFo AS, Co</strong>: High    prevalence of alfa talassemia among individuals with microcytosis and   hypocromia without anemia. </span><span style="font-size:12pt;">Braz.Jour.Med.Biol. Res. 2001; 34: 759-762.</span></span></div>
<div><a title="_edn8" name="_edn8" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref8"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[8]</span></span></span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> .<strong>Mello SMA, Silveira EP, Ferreira EC, Arantes SCF, Naoum PC</strong>: Prevalências de Hemoglobinopatias em amostras de doadores de sangue e escolares do triângulo mineiro. Bol. Soc. Hematol. Hemoter. 1991; 18: 1.</span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></div>
<div><a title="_edn9" name="_edn9" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref9"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[9]</span></span></span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> <strong>Nogueira DA, Oliveira TF, Silva CD, Souza HM</strong>: Prevalência de hemoglobinopatias S e C em doadores do hemocentro regional de Uberaba.Bol. Soc. Bras.  Hematol. Hemoter. 1996; 18: 1.</span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></div>
<div>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><a title="_edn10" name="_edn10" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref10"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[10]</span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;"><strong>Castilho S, Silva ME, Lopes M, Souza R, Amorim L, Pecego MM, Bueno L, Calado A</strong>: Pesquisa de hemoglobina S (HbS) em doadores de sangue do HEMORIO.  Bol. Soc. Bras. Hematol. Hemoter. 1996; 18: 1.</span></p>
<div><a title="_edn11" name="_edn11" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref11"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[11]</span></span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:12pt;"> <strong>Ramalho AS, Magna LA, Silva RBP</strong>: Portaria  MS n° 822/01 e a  triagem  neonatal  das hemoglobinopatias. </span><span style="font-size:12pt;">Rev. Bras. Hemat. Hemoter. 2002; 24(4):244-250.</span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></div>
<div><a title="_edn12" name="_edn12" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref12"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[12]</span></span></span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> <strong>Naoum PC</strong>. Hemoglobinopatias e Talassemias. São Paulo : Sarvier, 1997. </span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></div>
<div><a title="_edn13" name="_edn13" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref13"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[13]</span></span></span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> <strong>Steinberg MH</strong>. Management of  Sickle Cell Disease. New Engl. Jour. Of  Medicine. 1999; 340, 13: 1021-30.</span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></div>
<div><a title="_edn14" name="_edn14" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref14"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[14]</span></span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:12pt;"> <strong>Williams: Hematology</strong>, McGraw-Hill, Inc. </span><span style="font-size:12pt;">New York</span><span style="font-size:12pt;">. fifth Edition, 1995.</span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></div>
<div><a title="_edn15" name="_edn15" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref15"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[15]</span></span></span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> <strong>Charache S, Conley CL, Wangh DF, Ugoretz RJ, Sporell JR, Gayle E</strong>: Pathogenesis of haemolitic anaemia in homozygous hemoglobin C disease. J. Clin. Invest. 1968; 46: 1765-1811.</span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></div>
<div><a title="_edn16" name="_edn16" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref16"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[16]</span></span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:12pt;"> <strong>Weatherall DJ &amp; Clegg JB</strong>: Different hematologic phenotypes are associated with leftward (-</span><span style="font-size:12pt;">α</span><sup><span style="font-size:12pt;">3,7</span></sup><span style="font-size:12pt;">) </span><span style="font-size:12pt;">α</span><sup><span style="font-size:12pt;">+ </span></sup><span style="font-size:12pt;">thalassemia deletions. J. Clin. Invest. 1987;79:39-45.</span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></div>
<div>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><a title="_edn17" name="_edn17" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref17"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[17]</span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;"> <strong>Steinberg MH</strong>. The Interaction of alpha-talassemia with Hemoglobinopathies. Hem. Onc. Clin. North America 1991; 5(3): 453-473.</span></p>
<div><a title="_edn18" name="_edn18" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref18"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[18]</span></span></span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> <strong>Liebhaber AS</strong>: α-thalassemia. Hemoglobin. 1989; 13: 685-731.</span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></div>
<div><a title="_edn19" name="_edn19" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref19"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[19]</span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;"> <strong>Indrak K, GU, Y.C, Novotvy J &amp; Huisman THJ</strong>: A new α-thalassemia-2 deletion resulting in microcitosis and hypocromia and in vitro chain imbalance in the heterozygous</span><span style="font-family:Times New Roman;">.Am.J.Hemat. 1993; 43:144-145.</span><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></div>
<div><a title="_edn20" name="_edn20" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref20"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[20]</span></span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:12pt;"> <strong>Hilmann RS</strong>, <strong>Finch CA</strong>. Red Cell Manual, 5<sup>th</sup> ed. </span><span style="font-size:12pt;">Philadelphia</span><span style="font-size:12pt;"> :  FA Dovis Company , 1985 .</span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></div>
<div><a title="_edn21" name="_edn21" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref21"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[21]</span></span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:12pt;"> <strong>Owren PA</strong>: Congenital Hemolytic jaundice. </span><span style="font-size:12pt;">The pathogenesis of the hemolytic crisis. Blood. 1948; 3:231.</span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></div>
<div><a title="_edn22" name="_edn22" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref22"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[22]</span></span></span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">  <strong>Erlandson ME et al</strong>: Rates of destruction and production of erytrocytes in thalassemia.Pediatrics. 1958; 22: 910.</span></span></div>
<div><a title="_edn23" name="_edn23" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref23"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[23]</span></span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:12pt;"> <strong>Buckle VJ, Higgs DR, Wilkie AOM, Super M &amp; Weatherall WJ</strong>:Localization of human </span><span style="font-size:12pt;">α</span><span style="font-size:12pt;">-globin to 16p 13.3 – Pter.J. Med. Genet. 1988; 25:847-850.</span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></div>
<div><a title="_edn24" name="_edn24" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref24"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[24]</span></span></span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> <strong>Cao A, Goossens M. &amp; Pirastu M</strong>: Beta-Thalassaemia mutations in Mediterranean populations. Br.J. Haematol. 1989; 71:309-312.</span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></div>
<div><a title="_edn25" name="_edn25" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref25"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[25]</span></span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:12pt;"> <strong>Chibani J, Vidaud M, Duqwesnoy P, Berge-le Franc JL, Pirastu M, Ellouze G, Rosa J. &amp; Goossens M</strong>: The pec</span><span style="font-size:12pt;">uliar spectrum of beta-thalassemia genes in Tunísia. Hum. Genet. 1988; 78: 190-192.</span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></div>
<div><a title="_edn26" name="_edn26" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref26"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[26]</span></span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:12pt;"> <strong>Kazazian jr HH, Dowling CR, Waber PG, Huang S. &amp; LO WHY</strong>: The spectrum of beta-thalassemia genes in </span><span style="font-size:12pt;">China</span><span style="font-size:12pt;"> and </span><span style="font-size:12pt;">Southeast Ásia</span><span style="font-size:12pt;">. Blood. 1986; 68: 964-966.</span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></div>
<div><a title="_edn27" name="_edn27" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref27"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[27]</span></span></span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> <strong>Lapoumeroulie C, Acuto S, Rouabhi F, Labie D, Krishnamoorthy R &amp; Bank A</strong>: Expression of beta-thalassemia gene with abnormal splicing. Nucl.Acids. Res.1987; 15: 8195-8204. </span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></div>
<div><a title="_edn28" name="_edn28" href="https://hemoglobinas.wordpress.com/wp-admin/#_ednref28"></a><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">[28]</span></span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:12pt;"> <strong>Gonçalves MS et al</strong>. BS-Haplotypes in sickle cell anemia patients from </span><span style="font-size:12pt;">Salvador</span><span style="font-size:12pt;">, </span><span style="font-size:12pt;">Bahia</span><span style="font-size:12pt;">, </span><span style="font-size:12pt;">Northeastern Brazil</span><span style="font-size:12pt;">. Braz. J Med. Biol. Res  2003; 36: 1283-1288</span></span><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></div>
</div>
</div>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/hemoglobinas.wordpress.com/3/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/hemoglobinas.wordpress.com/3/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/hemoglobinas.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/hemoglobinas.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/hemoglobinas.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/hemoglobinas.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/hemoglobinas.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/hemoglobinas.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/hemoglobinas.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/hemoglobinas.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/hemoglobinas.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/hemoglobinas.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/hemoglobinas.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/hemoglobinas.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/hemoglobinas.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/hemoglobinas.wordpress.com/3/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hemoglobinas.wordpress.com&amp;blog=3180191&amp;post=3&amp;subd=hemoglobinas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Hemoglobinas Anormais com Alta Frequência Populacional</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 17:34:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacletocneto</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://hemoglobinas.files.wordpress.com/2008/04/hb.jpg?w=700" alt="Hemoglobinas Anormais com Alta Frequência Populacional" /></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/hemoglobinas.wordpress.com/1/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/hemoglobinas.wordpress.com/1/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/hemoglobinas.wordpress.com/1/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/hemoglobinas.wordpress.com/1/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/hemoglobinas.wordpress.com/1/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/hemoglobinas.wordpress.com/1/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/hemoglobinas.wordpress.com/1/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/hemoglobinas.wordpress.com/1/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/hemoglobinas.wordpress.com/1/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/hemoglobinas.wordpress.com/1/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/hemoglobinas.wordpress.com/1/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/hemoglobinas.wordpress.com/1/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/hemoglobinas.wordpress.com/1/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/hemoglobinas.wordpress.com/1/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/hemoglobinas.wordpress.com/1/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/hemoglobinas.wordpress.com/1/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hemoglobinas.wordpress.com&amp;blog=3180191&amp;post=1&amp;subd=hemoglobinas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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